VMLY&R: Rotas Indígenas Brasileiras da Vivo

Person standing in front of a band wearing a hoodie and wearing an indigenous Brazilian head dress

VMLY&R: Rotas Indígenas Brasileiras da Vivo

Usando a tecnologia para transformar as perspectivas sobre os povos indígenas do Brasil

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Estima-se que existam no Brasil 896.917 indígenas, distribuídos em 305 etnias e representando cerca de 274 línguas. Com muita frequência, porém, as experiências e culturas desses grupos são homogeneizadas e distanciadas da sociedade brasileira.

Para abordar esta questão, a Vivo, empresa global de tecnologia, trabalhou com a VMLY&R Brasil em uma campanha para explorar como a tecnologia pode quebrar os paradigmas relacionados aos povos indígenas hoje, desconstruindo estereótipos e oferecendo uma nova perspectiva.

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado em 9 de agosto, a Vivo lançou um filme dirigido por Danilo Arenas, fotógrafo, produtor e descendente de povos indígenas, conhecido por seu trabalho em questões sociais e ambientais.

 

Para reforçar a multiplicidade e proximidade dos povos indígenas na cultura brasileira, o filme homenageia a arte indígena atual, reunindo representantes de diversas expressões artísticas, como Oz Guarani, primeiro grupo de rap indígena de São Paulo.

O filme da campanha foi criado para divulgar o projeto “Rotas Indígenas Brasileiras – Arte no Tempo Presente”, lançado em agosto na SP-Arte, principal evento de arte e design do Brasil, apresentando performances artísticas e conteúdos junto ao trabalho da Vivo para apoiar as comunidades indígenas por meio da tecnologia. A Vivo sediou um espaço imersivo, chamado Aity (que significa ninho, em Nheengatu, derivado do antigo tupinambá), que proporcionou uma plataforma para a arte moderna indígena e também um espaço para discutir questões relacionadas a preconceitos, territórios, apagamentos culturais, violências simbólicas e físicas, a partir de uma perspectiva atual.

 
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O objetivo do projeto foi promover o diálogo sobre a importância da quebra de estereótipos sobre os povos indígenas e mostrar como a tecnologia e a arte desempenham um papel importante nessas desconstruções e rupturas, sempre sob o olhar proprietário dos artistas indígenas.

Durante os cinco dias de evento, cerca de 20 mil visitantes apreciaram as obras de arte de 70 expositores indígenas. Na semana de lançamento, o filme da campanha teve mais de 1 milhão de visualizações e mais de 1,3 milhões de impressões no Instagram, com ótima receptividade dos usuários, elogiando a campanha e o posicionamento da marca.